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Apla e Apex-Brasil buscam oportunidades de negócios em países africanos

Etiópia, Tanzania e Quênia pretendem ampliar a capacidade de produção de açúcar etanol

 

No início deste ano, o Arranjo Produtivo Local do Álcool (Apla) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil) através do Projeto Brazil Sugarcane Bioenergy Solution buscaram novas oportunidades de negócios para o setor sucroenergético brasileiro.

 

A missão comercial foi realizada de 4 a 13 de fevereiro pela Etiópia, Tanzania e Quênia. Com cenário para exportação de tecnologia brasileira, o Apla pretende reforçar ainda mais as pontes comerciais para incentivar as vendas de equipamentos, soluções, tecnologia e máquinas ligadas ao setor sucroenergético nacional.

 

Segundo o diretor executivo do Apla, Flavio Castelar, que visitou os três países africanos acompanhado de um representante de um fundo de investimento dos Emirados Árabes quer desenvolver projetos de produção de etanol da África, o momento de atrair novos mercados está sendo trabalhado com as missões promovidas pelo Projeto Brazil Sugarcane. “Uma parte do continente africano já possui um ambiente de negócios com o Brasil estabelecido, estamos trazendo novas oportunidades para que os fornecedores brasileiros possam levar a tecnologia da cadeia sucroenergética nacional abrindo operações comerciais que fomentem a exportação brasileira”, disse.

 

Na Etiópia, Castelar visitou usinas e reuniu-se com executivos do setor e com o ministro da Indústria, Mebratu Melese. Em sua passagem pela Tanzania, esteve no Ministério de Minas e Energia e participou de reuniões no Conselho de Açúcar da Tanzania – órgão vinculado ao Ministério da Agricultura, Segurança Alimentar e Cooperativas daquele país.

 

Já em Nairobi, no Quênia, Castelar esteve nas principais usinas de açúcar do país e com o presidente do Senado, Kiraitu Murungi. A intenção desses países é ampliar a capacidade produtiva dos canaviais, para aumentar a produção de açúcar. Os três países têm projetos para produção de etanol em maior escala para futuramente misturá-lo à gasolina, a exemplo de outros países como África do Sul, Moçambique, Angola e Sudão.

 

 

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